Descaramento
"EPUL fez negócios com loja da família de um administrador seu"
"A Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) fez negócios de perto de 127 mil euros com uma loja de decoração que é propriedade de familiares de um administrador de uma subsidiária sua."
"Foram consultadas cinco empresas do ramo, quatro das quais de grande dimensão e com créditos firmados em matéria de decoração de interiores: Conceição Vasco Costa, Deca Interiores, Dimensão Móveis e Luisa Bravo. Da quinta empresa, que dá pelo nome de Toque de Classe, nunca ninguém ouviu falar — embora numa fase posterior do processo a EPUL se venha a referir a ela, num folheto promocional, como uma “conceituada loja de decoração”.
Com três empregadas — duas das quais as suas proprietárias — e um capital social de cinco mil euros, o “conceituado” estabelecimento tem a particularidade de pertencer a uma prima da mulher de Adroaldo Azevedo, director de recursos humanos da EPUL e administrador de uma subsidiária sua, e a uma irmã desta. Mais: a própria mulher de Adroaldo Azevedo está muitas vezes ao balcão da pequena loja, a atender a clientela.
Apesar de a proposta da Dimensão Móveis sair 6500 euros mais barata à EPUL que a proposta da loja onde trabalha a mulher do director de recursos humanos da empresa municipal, é a esta última que o serviço é adjudicado."
"A Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) fez negócios de perto de 127 mil euros com uma loja de decoração que é propriedade de familiares de um administrador de uma subsidiária sua."
"Foram consultadas cinco empresas do ramo, quatro das quais de grande dimensão e com créditos firmados em matéria de decoração de interiores: Conceição Vasco Costa, Deca Interiores, Dimensão Móveis e Luisa Bravo. Da quinta empresa, que dá pelo nome de Toque de Classe, nunca ninguém ouviu falar — embora numa fase posterior do processo a EPUL se venha a referir a ela, num folheto promocional, como uma “conceituada loja de decoração”.
Com três empregadas — duas das quais as suas proprietárias — e um capital social de cinco mil euros, o “conceituado” estabelecimento tem a particularidade de pertencer a uma prima da mulher de Adroaldo Azevedo, director de recursos humanos da EPUL e administrador de uma subsidiária sua, e a uma irmã desta. Mais: a própria mulher de Adroaldo Azevedo está muitas vezes ao balcão da pequena loja, a atender a clientela.
Apesar de a proposta da Dimensão Móveis sair 6500 euros mais barata à EPUL que a proposta da loja onde trabalha a mulher do director de recursos humanos da empresa municipal, é a esta última que o serviço é adjudicado."





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