Publicidade enganosa
A Clix/Novis tem a melhor oferta de serviço de acesso à internet (partindo-se do princípio que o local de instalação é abrangido por umas das "zonas clix").
Oferece a preços mais baixos, serviços, supostamente, melhores dos que a concorrência.
Recentemente, aumentou mais uma vez a velocidade de ligação do serviço. Praticando os mesmo preços que anteriormente, aumentou as velocidades de 4Mb/s para 12Mb/s e de 20Mb/s para 24Mb/s.
Acontece que os clientes, em vez de verem a velocidade de ligação aumentar, vêm-na a diminuir. Isto acontece porque, gananciosamente, se vão adicionando clientes às centrais sem que se aumente a sua capacidade. Ora, o que antes era suficiente para satisfazer 100 clientes a 8Mb/s (0,78Gb/s), hoje não é suficiente para garantir um serviço minimamente aceitável a 500 clientes a 24Mb/s (11,72Gb/s).
É certo que a Clix não se esquece de colocar o famigerado "até" a preceder as velocidades máximas do serviço. Porém, nas explicações do porquê do "até", apenas enuncia desculpas esfarrapadas para não prestar um serviço de acordo com publicitado.
Em lado algum a Clix anuncia os valores da taxa de contenção da sua rede. Não o faz, propositadamente, para não levantar suspeitas sobre a degradação do serviço que presta. Antes, as centrais da Clix estavam "às moscas" e a empresa vangloriava-se de ter um taxa de contenção 1:1. Agora, que o número de clientes aumentou (e, supostamente, a velocidade de acesso também), essa informação foi simplesmente suprimida, não sendo anunciado o valor actual das taxas de contenção.
É completamente inadmissível que as entidades reguladores nacionais (sejam elas quais forem) admitam que sejam publicitadas e celebrados contratos sobre ofertas comerciais, sem que se forneça ao subscritor a informação necessária a uma escolha ponderada.
É também completamente inadmissível que se permita a existência continuada de cláusulas manifestamente abusivas nos contratos. Por exemplo, a Clix estipulou que só há lugar a ressarcimento se o serviço estiver interrompido durante mais de 48 horas consecutivas. Ou seja, na prática, o serviço de acesso à internet pode estar interrompido durante umas valentes 47, funcionar durante meia hora e voltar a não funcionar durante outras 47 e assim por diante que, no final do mês o cliente recebe a factura e terá, de acordo com o contrato, de pagar o valor na integra.
Assim vai andando o "melhor ISP português"...
Oferece a preços mais baixos, serviços, supostamente, melhores dos que a concorrência.
Recentemente, aumentou mais uma vez a velocidade de ligação do serviço. Praticando os mesmo preços que anteriormente, aumentou as velocidades de 4Mb/s para 12Mb/s e de 20Mb/s para 24Mb/s.
Acontece que os clientes, em vez de verem a velocidade de ligação aumentar, vêm-na a diminuir. Isto acontece porque, gananciosamente, se vão adicionando clientes às centrais sem que se aumente a sua capacidade. Ora, o que antes era suficiente para satisfazer 100 clientes a 8Mb/s (0,78Gb/s), hoje não é suficiente para garantir um serviço minimamente aceitável a 500 clientes a 24Mb/s (11,72Gb/s).
É certo que a Clix não se esquece de colocar o famigerado "até" a preceder as velocidades máximas do serviço. Porém, nas explicações do porquê do "até", apenas enuncia desculpas esfarrapadas para não prestar um serviço de acordo com publicitado.
Em lado algum a Clix anuncia os valores da taxa de contenção da sua rede. Não o faz, propositadamente, para não levantar suspeitas sobre a degradação do serviço que presta. Antes, as centrais da Clix estavam "às moscas" e a empresa vangloriava-se de ter um taxa de contenção 1:1. Agora, que o número de clientes aumentou (e, supostamente, a velocidade de acesso também), essa informação foi simplesmente suprimida, não sendo anunciado o valor actual das taxas de contenção.
É completamente inadmissível que as entidades reguladores nacionais (sejam elas quais forem) admitam que sejam publicitadas e celebrados contratos sobre ofertas comerciais, sem que se forneça ao subscritor a informação necessária a uma escolha ponderada.
É também completamente inadmissível que se permita a existência continuada de cláusulas manifestamente abusivas nos contratos. Por exemplo, a Clix estipulou que só há lugar a ressarcimento se o serviço estiver interrompido durante mais de 48 horas consecutivas. Ou seja, na prática, o serviço de acesso à internet pode estar interrompido durante umas valentes 47, funcionar durante meia hora e voltar a não funcionar durante outras 47 e assim por diante que, no final do mês o cliente recebe a factura e terá, de acordo com o contrato, de pagar o valor na integra.
Assim vai andando o "melhor ISP português"...





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