• Café das Sextas: Maio 2005

    sábado, maio 21, 2005

    Constatação do dia



    Em Inglaterra, muito do vinho engarrafado não é digno de receber rolha. E aquele que o é não tem nível suficiente para que a rolha seja de cortiça.

    sexta-feira, maio 13, 2005

    Boys with toys

    De cavalo para burro

    terça-feira, maio 10, 2005

    Será?

    segunda-feira, maio 09, 2005

    Ripa na rapaqueca



    O último...

    sexta-feira, maio 06, 2005

    Coçar os...

    O Público noticia que: "O Ministério Público pediu hoje três anos de prisão para a funcionária da Procuradoria-Geral da República (PGR) Cristina Maltez, acusada de burla agravada, ao não pagar um empréstimo de 250 mil euros contraído junto de um empresário".

    "O caso remonta a Maio de 1999, quando Cristina Maltez, ex-assessora principal da PGR, pediu um empréstimo a um empresário por intermédio do ex-ministro social-democrata Rui Gomes da Silva", também ele grande especialista nesse tipe de empréstimo", tendo passado dois cheques sem cobertura para o pagamento da dívida."

    Mas a motivação para este post só aparece mais à frente no texto da notícia: "A leitura do acórdão ficou marcada para 20 de Maio, às 14h00".

    Sendo hoje 6 de Maio decorrerão 10 dias úteis até à leitura do acórdão. Até lá que ficarão a fazer os responsáveis pelo processo a fazer? A dormir para só então acordar (olha o trocadilho forçado) ou a coçar os t******?

    quinta-feira, maio 05, 2005

    Extremismo religioso



    Algo corre mal na Republika Demokratika Timor Lorosa'e.

    Textos recentes:

    "Timor-Leste Manifestantes em Díli pedem justiça a comissão da ONU" (06-04-2005)

    "Timor-Leste: Igreja volta a atacar Governo " (18-04-2005)

    "Timor-Leste: Igreja organiza protesto em Dili" (20-04-2005)

    "Díli ameaça usar a força contra Igreja" (21-04-2005)

    "Alkatiri e bispos vão reunir-se" (22-04-2005)

    "Timor-leste: Acção de diplomata dos EUA desagrada a Díli" (24-04-2005)

    "Igreja rompe com Governo de Díli" (26-04-2005)

    "Governo de Díli propõe trégua à Igreja " (27-04-2005)

    "Um grito de alerta" (27-04-2005)

    "Catolicismo é mais do que um credo" (27-04-2005)

    "Xanana intervém para mediar conflito entre Governo e Igreja" (28-04-2005)

    "Alkatiri confiante na Igreja de Timor" (29-04-2005)

    "Dois portugueses maltratados em Díli" (01-05-2005)

    "Timor-leste: Alkatiri acusado de pressão" (02-05-2005)

    "Igreja timorense desafia ultimato" (04-05-2005)

    "Timor: primeiro-ministro acredita em acordo com a Igreja até ao final da semana" (04-05-2005)

    "Timor-Leste Igreja apresenta novas exigências ao Governo" (05-05-2005)

    "Bispos de Timor-Leste não compareceram à reunião com Xanana Gusmão e Mari Alkatiri" (05-05-2005)

    terça-feira, maio 03, 2005

    "dar umas aulas"...



    "Vou voltar a exercer advocacia, que é a minha profissão, vou dar umas aulas e vou trabalhar para um grupo financeiro na área internacional."

    Pedro Santana Lopes, sobre o seu futuro profissional, em entrevista à SIC, 2-5-2005

    É bom constatar que o Santana Lopes põe de parte a sua candidatura a qualquer cargo político. Revela algo que não lhe conhecia: bom senso. Que me tenha constado, ele não tem qualquer tipo de experiência profissional que não a política. Vamos lá ver onde arranja ele o tal emprego como advogado. Se calhar ainda lhe falta o estágio...

    Em "dar aulas" tenho ouvido falar. Agora, em "dar umas aulas" nunca tinha ouvido falar. Se calhar pensa que basta lá ir umas duas ou três vezes. Que fique o citado indivíduo informado que "dar aulas" implica estar presente em local previamente acordado com os alunos regularmente e dentro do horário previsto. Mais informo que "fazer birra" não é atitude que se coadune com a actividade lectiva.

    Além de "exercer advocacia" e "dar umas aulas" Santana Lopes pretende ainda "trabalhar para um grupo financeiro na área internacional". Onde vai ele arranjar o tempo para umas idas à Kapital? De qualquer forma, na "área" nacional iria ser difícil. A sua (in)eficiência é demasiado conhecida.

    Já não deve faltar muito